No Brasil, 15 milhões de pessoas ainda não conseguem fazer três refeições por dia

No Brasil, 15 milhões de pessoas ainda não conseguem fazer três refeições por dia

Em pleno século XXI, milhões de brasileiros ainda vivem a dor silenciosa da fome. Dados recentes revelam um cenário alarmante: 15 milhões de pessoas no país não conseguem fazer três refeições por dia. A situação é ainda mais grave entre as crianças — segundo levantamento da Rede Penssan, apenas 26% das crianças brasileiras têm garantidas as três refeições diárias. Isso significa que quase três em cada quatro crianças enfrentam algum grau de insegurança alimentar.

A desnutrição infantil está crescendo em diversas regiões do Brasil, especialmente no Norte e no Nordeste. A escassez de nutrientes compromete o desenvolvimento físico e cognitivo dessas crianças, perpetuando o ciclo de pobreza e exclusão. Enquanto a fome avança, a resposta do Estado segue insuficiente. O básico, que deveria ser garantido, como acesso regular à alimentação adequada, continua sendo um privilégio para poucos.

Enquanto o povo passa fome, mais deputados são adicionados à conta pública

Em contrapartida a essa dura realidade, a Câmara dos Deputados aprovou recentemente um projeto que prevê o aumento no número de parlamentares de 513 para 531.

Essa decisão não apenas ignora a crise social que aflige milhões de brasileiros, mas também aumenta significativamente o custo da política. Cada deputado federal custa ao país cerca de R$ 200 mil por mês, considerando salário, verbas de gabinete, auxílios, passagens e assessores. Com a ampliação das cadeiras, o impacto orçamentário ultrapassa os R$ 40 milhões por ano, sem contar os reajustes e benefícios futuros que seguem sendo aprovados pela própria classe política.

Uma máquina cara e desconectada da realidade do povo

O Brasil já possui uma das maiores e mais caras casas legislativas do mundo. Enquanto países com maior população, como os Estados Unidos, têm 435 deputados, o Brasil caminha para ultrapassar os 530. E a pergunta que fica é: mais deputados representam mais democracia?

Na prática, a resposta é não. Ao contrário, fortalece um sistema político que gira em torno de acordos internos, distribuição de emendas e autoproteção. Tudo isso enquanto milhões de famílias não têm sequer o básico à mesa.

Essa situação escancara uma inversão de valores, onde a maior parte do poder público opta por ampliar privilégios, ignorando a miséria e a fome que assolam o país. A prioridade não é salvar vidas, mas garantir votos, cargos e manutenção de poder.

É hora de mudar o sistema

Diante de tanta desigualdade, fica evidente que o problema é estrutural. E é justamente isso que o Movimento A Revolta da Paz denuncia e propõe transformar. O MRPaz acredita que enquanto o povo não for protagonista das decisões do país, a realidade da fome, da miséria e da exclusão continuará sendo ignorada.

Nossa proposta é uma mudança profunda no sistema político, por meio da democracia direta. Um modelo em que a população participa das decisões mais importantes e não apenas vota a cada quatro anos para depois ser esquecida. Um sistema onde o orçamento do país seja voltado, de fato, para garantir dignidade, comida no prato e um futuro para nossas crianças.

Conheça o Movimento A Revolta da Paz

Se você acredita que nenhuma criança deveria dormir com fome e que política deve servir ao povo e não ao poder, então esse movimento também é seu.

Conheça o MRPaz e venha fazer parte dessa construção por um Brasil mais justo. Juntos, podemos garantir que todas as famílias tenham, no mínimo, o direito de se alimentar com dignidade todos os dias.

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