Mais Impostos, Menos Futuro: A Conta Que Sempre Sobra para o Cidadão

Mais Impostos, Menos Futuro: A Conta Que Sempre Sobra para o Cidadão

O Governo Recuou, Mas Não Mudou o Rumo

Em maio, o governo federal anunciou o aumento das alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), como forma de reforçar o caixa e tentar cumprir as metas fiscais. A reação foi imediata: parlamentares, empresários e o mercado criticaram duramente a medida, alertando para os impactos negativos no crédito, no consumo e no crescimento econômico.

A pressão surtiu efeito. O governo anunciou uma desistência parcial do aumento do IOF. No entanto, o recuo foi mais estratégico do que ideológico. Até quando dependeremos desse tipo de jogo?

Novos Tributos, Velha Receita

Em substituição ao aumento do IOF, o governo pretende editar uma medida provisória com novos impostos. A proposta prevê:

  •  Elevação da tributação sobre empresas de apostas online, de 12% para 18% do faturamento bruto (GGR);
  • Criação de imposto de 5% sobre investimentos atualmente isentos, como LCA e LCI;
  • Aumento da CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) das instituições financeiras para até 20%;
  • Possível taxação de criptoativos.

Essas novas medidas mostram que o governo mantém a linha de aumentar a carga tributária como principal instrumento de equilíbrio fiscal, ao invés de promover reformas estruturais no Estado.

Um Estado Caro, Injusto e Ineficiente

Enquanto a carga tributária ultrapassa 33% do PIB — uma das maiores entre os países em desenvolvimento — os serviços públicos seguem precários. Saúde, educação, transporte e segurança continuam longe de atender as necessidades da população. Em contrapartida, o Estado permanece inchado, com despesas rígidas, pouca transparência e nenhuma disposição para enfrentar os privilégios de sua própria máquina.

Essa equação é insustentável. O cidadão paga caro e recebe pouco. O setor produtivo é penalizado, o investimento é desestimulado e a competitividade do país afunda.

É Hora de Reagir: Junte-se à Revolta da Paz

Não podemos mais aceitar passivamente que decisões políticas sejam tomadas em gabinetes fechados, ignorando os impactos reais na vida das pessoas. É hora de unir vozes, de organizar ideias e de exigir um novo modelo de democracia: direta, participativa e transparente.

A Revolta da Paz é um movimento que acredita na força da consciência coletiva. Queremos um Estado mais justo, enxuto e eficaz, onde o cidadão não seja apenas espectador, mas protagonista das decisões que moldam seu futuro.

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